A Polícia Federal (PF) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um terceiro inquérito para investigar um suposto crime de corrupção e tráfico de influência no governo praticado por Fábio Luís da Silva, o "Lulinha". A iniciativa fez com que o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que defende o filho do presidente, se reunisse com autoridades do Executivo e também fosse ao STF nesta segunda-feira (3).
Os outros dois inquéritos pedidos pela PF ao STF foram autorizados pelo ministro André Mendonça, que também poderá ser relator deste caso, mas ainda não há informação sobre a quem caberá a relatoria do terceiro inquérito.
Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta segunda-feira (03). Hoje participam do programa o ex-juiz de Direito Adriano Soares da Costa, o jurista Enio Viterbo e o professor da FGV Daniel Vargas.
A amiga pessoal de Lulinha
O programa também vai falar a respeito sobre a amiga pessoal de Lulinha, a lobista Roberta Luchsinger que, sem registros oficiais, fez mais de 40 visitas a órgãos do governo federal desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023. Por lei, reuniões com autoridades precisam ser informadas nas agendas dos agentes públicos que participam dos encontros.
Família de Moraes perde na justiça
Outro tema do programa é a decisão da Justiça de São Paulo, que julgou improcedente a ação de indenização por danos morais movida por Viviane Barci, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes, e pelos filhos do casal, Giuliana Barci e Alexandre Barci de Moraes, contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE).
Novas pesquisas eleitorais
Os convidados vão analisar a rodada mais recente das pesquisas Genial/Quaest, divulgada ao longo da última semana, que mostra como estão posicionados Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) na disputa pela Presidência da República nas eleições de 2026 nos nove maiores colégios eleitorais do Brasil.
A resolução de Fachin
Por fim, o programa vai analisar a proposta do presidente do STF, Edson Fachin, que busca prevenir conflitos de interesse na magistratura. A resolução inclui regras para participação em eventos, recebimento de presentes e atividades privadas, além de um mapeamento dos vínculos familiares que possam comprometer a imparcialidade dos juízes.



