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Perspectiva

Chance de cura é de 85%

A perspectiva da criança com câncer é de 85% de chance de cura, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Desde 1970, ocorre um aumento das taxas: em 1967, a possibilidade de cura da leucemia linfóide aguda, a mais comum, acontecia em 25% dos casos. Em 1997, já era mais de 80%.

A maioria das crianças também tem boa qualidade de vida após o tratamento adequado. Atualmente, as crianças com câncer só não têm um maior índice de anos de vida ganhos do que as mulheres com câncer de mama, segundo o Inca. Se a criança que teve câncer passar dez anos sem problemas graves de saúde, a chance de vida dela fica igual à população geral, observa o responsável pela oncologia pediátrica do Instituto do Tratamento de Câncer Infantil, Vicente Odone Filho.

A sobrevida média de cinco anos após o tratamento acontecia em 27% dos casos, em 1960. Em 1990 subiu para 70% e, para 2010, a previsão é uma sobrevida de 85%. O aperfeiçoamento no diagnóstico e o surgimento de novos tratamentos resultaram nesse aumento.

Existem hoje no mercado medicamentos como o Fasturtec, que ajuda a prevenir a insuficiência renal, complicação grave relacionada a dois tipos de tumores – Leucemia linfóide e Linfoma não-Hodgkin (leia mais no quadro). O medicamento converte altas taxas de ácido úrico concentradas nos rins, que comprometem o bom funcionamento do órgão, em um composto facilmente eliminado. De acordo com a fabricante, a Sanofi-Aventis, estudos mostraram que quatro horas após a ingestão do Fasturtec ocorre redução de 86% do ácido úrico, evitando a necessidade da diálise.

A jornalista viajou a São Paulo a convite da Sanofi-Aventis.

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