A congregação Copiosa Redenção, da qual irmã Carmelinda faz parte desde 1994, foi criada há 18 anos pelo padre Wilton Lopes, em Ponta Grossa. Desde o início as viúvas podem entrar para a instituição. A primeira freira, irmã Maria dos Santos, foi admitida na Copiosa Redenção após perder o marido. Hoje, entre as cem irmãs, oito tornaram-se freiras depois de ficarem viúvas.
Com 18 casas espalhadas em seis estados brasileiros e na Itália, a congregação ajuda na recuperação e acompanhamento de dependentes de drogas, álcool e medicamentos, além de crianças que sofrem violência sexual, perdem a família ou são abandonadas pelos pais. "Quando a pessoa nos pede ajuda e manifesta o desejo de se recuperar, aí começamos a ajudá-la", diz a madre geral da Copiosa Redenção, Adenise Somer. (EB)



