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Cidade em festa

Cosmopolita, capital ainda pode ficar melhor

O ferramenteiro Heitor Dill Silva, 88 anos, adora Curitiba. Ele pensa, no entanto, que a cidade pode melhorar com poucos investimentos, sobretudo no que diz respeito às calçadas. "Fizeram uma reforma na Praça do Japão que ficou ótima. As pedras, porém, começaram a ceder, dificultando a caminhada e atrapalhando quem precisa de cadeira de rodas ou caminha com carrinhos para bebê", diz. Silva morou 22 anos em Nova Iorque e sugere uma iniciativa estadunidense para resolver a questão: "Podia ser uma calçada de cimento, com cortes a cada 1,5 metro, com os mesmos desenhos do petit-pavé em borracha. Ficaria excelente para todos", argumenta.

O tempo nos EUA aliado aos outros 28 anos em Porto Alegre fazem Silva garantir que o destino de Curitiba é o progresso. "Está localizada em uma região que permite o desenvolvimento, oferecendo sempre grandes oportunidades", aposta. O ferramenteiro elogia o sistema de transporte coletivo e rechaça a ideia de antipatia do povo. "Sempre saio para caminhar, e as pessoas cumprimentam, param para conversar", conta.

Esse amor por Curitiba, porém, é novidade. Quando voltou dos EUA, ele e a esposa, Edi Bündchen Silva, elegeram Porto Alegre como nova casa. "Nunca gostei daqui porque o clima era muito inconstante. Ainda é, mas me acostumei", afirma Silva. (VB)

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