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Piso nacional do magistério

Deputado do PSB vai presidir comissão mista sobre reajuste do piso dos professores

Com prazo de validade expirando em 1º de junho, Congresso precisa aprovar com rapidez o reajuste dos professores.
Com prazo de validade expirando em 1º de junho, Congresso precisa aprovar com rapidez o reajuste dos professores. (Foto: Gabriel Rosa/AEN-PR/Arquivo)

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Nesta terça-feira (12), o deputado Idilvan Alencar (PSB-CE) assumiu a presidência da comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 1.334/2026, que muda o cálculo para o reajuste do piso nacional do magistério, aplicável a todos os professores do ensino básico na rede pública.

De acordo com a MP, o piso salarial dos professores da educação básica passaria de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, sendo um reajuste de 5,4%. A senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) foi designada relatora da proposta e a expectativa é de que já na próxima terça-feira (19), o parecer seja votado.

Com o prazo de validade da MP expirando em 1º de junho, o Congresso precisa aprová-la com rapidez. Com isso, o colegiado deve realizar apenas uma audiência pública, que já está marcada para a quinta-feira (19), tendo representantes do Ministério da Educação (MEC), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e da deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT-MG), que foi coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais. O deputado Rogério Correia (PT-MG) foi quem conduziu a sessão de instalação da comissão. Ao Poder360 ele disse que articula para que Hugo Motta (Republicanos-PB), leve a proposta ao plenário até dia 20 de maio. 

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Reajuste acima da inflação

A MP 1.334/2026 foi publicada pelo governo Lula no Diário Oficial da União (DOU) do dia 21 de janeiro. Com a medida, o salário dos professores para 44 horas semanais passa obrigatoriamente a superar a inflação. Anteriormente, na regra antiga, o piso que hoje é de R$ 4.867,77 teria em 2026 um reajuste de R$ 18, passando para R$ 4.885,77. 

Se aprovada, a MP garante que o aumento do piso seja de 5,4% ou R$ 262,86, chegando a R$ 5.130,63. Estados e municípios têm como recurso para lidar com as despesas no ensino público o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

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