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Crime

Entenda o caso

31 out 2002 - O engenheiro Manfred Albert von Richthofen e sua mulher, a psiquiatra Marísia von Richthofen, são mortos em casa.

2 nov 2002 - A compra de uma moto com dólares leva os policiais a desconfiar da participação de Daniel Cravinhos de Paula e Silva, namorado de Suzane, e de seu irmão, Christian, no assassinato do casal.

Polícia passa a considerar a participação de Suzane, motivada pela herança que esperava receber.

8 nov 2002 - Suzane von Richthofen confessa ter tramado, junto com o namorado Daniel Cravinhos, a morte dos próprios pais. Ela alega ter cometido o crime "por amor" – á que, segundo ela, os pais tentavam impedir seu namoro. Os irmãos Cravinhos admitem participação na morte do casal Richthofen. Os três são presos.

29 jun 2005 - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) considera "insuficiente" a fundamentação dos pedidos de prisão de Suzane e determina que ela aguarde o julgamento em liberdade.

9 nov 2005 - Os irmãos Cravinhos são libertados da Penitenciária Estadual Odon Ramos Maranhão, em Iperó.

23 jan 2006 - Os irmãos Cravinhos voltam para a prisão, após afirmações feitas em entrevista a uma rádio, na qual teriam relatado com frieza detalhes sórdidos do crime.

9 abr 2006 - Em entrevista para o Fantástico, da Rede Globo, Suzane é orientada pelos advogados a chorar diante das câmeras.

10 abr 2006 - O juiz Richard Francisco Chequini, do Tribunal do Júri, decreta a prisão de Suzane von Richthofen, acatando pedido do promotor Roberto Tardelli. Para o promotor, após pedir à Justiça para tomar conta do patrimônio dos pais, Suzane passou a representar ameaça de vida ao irmão, Andreas, que cuida dos bens da família.

13 abr 2006 - Suzane é transferida do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) para o Centro de Ressocialização de Rio Claro. No dia seguinte, a defesa protocola habeas-corpus com pedido de liminar visando à revogação da prisão preventiva de Suzane.

26 mai 2006 - O ministro Nilson Naves, do STJ, concede liminar em habeas-corpus em favor da ex-estudante, o que lhe dá, temporariamente, o benefício da prisão domiciliar.

29 mai 2006 - Suzane deixa o Centro de Ressocialização de Rio Claro escoltada e fica em prisão domiciliar, na casa de seu advogado.

5 jun 2006 - Está marcado o início do julgamento de Suzane e os irmãos Cravinhos.

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