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igreja católica

Francisco, o papa das quebras de protocolo

  • PorThomas Rieger, especial para a Gazeta do Povo
  • 31/07/2013 21:07
 | Tomaz Silva/ABr
| Foto: Tomaz Silva/ABr

Antes mesmo de chegar, o papa Francisco dava indícios de que sua passagem pelo Brasil seria diferente da esperada. Primeiro por sua simplicidade, constatada logo de início, quando recusou o uso de um avião especial ou um quarto luxuoso no Palácio Apostólico do Sumaré. A agenda do pontífice em terras brasileiras surpreendeu os fiéis, tanto por sua proximidade a eles quanto pelas "quebras de protocolo", que ajudam a construir a imagem de um "papa do povo". Veja algumas delas a seguir:

Encontros

O Hospital São Francisco de Assis, no Rio de Janeiro, foi visitado pelo pontífice (foto acima), que discursou para médicos, enfermeiros e dependentes químicos – cinco dos quais tiveram a oportunidade de se reunir com ele. Na ocasião, ele criticou os traficantes de drogas, chamando-os de "mercadores da morte", e também doou um cheque de 20 mil euros à instituição, que usará o dinheiro para criar uma sala para atender pacientes com problemas ligados à saúde mental, como a dependência química. Papa Francisco também posou para fotos com a equipe de batedores da Polícia Militar do Rio, a quem disse "vocês são equilibristas, equilibristas."

Humildade

Na favela de Varginha (foto 1), o papa surpreendeu ao convidar pastores e fiéis a entrarem num templo da igreja evangélica Assembleia de Deus, onde rezaram um "Pai- Nosso" em conjunto. Mais tarde, o pontífice discursou em um campo de futebol e falou sobre o projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Segundo ele, a pacificação não será permanente se a sociedade abandonar parte de si mesma na periferia. "A medida da grandeza de uma sociedade é dada pelo modo como esta trata os mais necessitados, quem não tem outra coisa senão a sua pobreza!", disse.

Conectado

Lançada ainda nos tempos de Bento XVI, a conta @Pontifex no Twitter (foto 2) e suas variantes em outros idiomas nunca estiveram tão movimentadas. Entre os dias 22 e 28 de julho, 18 tweets foram postados pelo papa Francisco na rede social. Mensagens como "Obrigado! Obrigado! Obrigado a vocês todos e a todas as autoridades pela magnífica acolhida em terra carioca", "Inesquecível Festa de Acolhida em Copacabana! Que Deus lhes abençoe a todos!" e "Agradeço profundamente a todos aqueles que trabalharam para o sucesso da JMJ e abraço vocês todos, os participantes" fizeram sucesso entre os seguidores, e foram retwittadas por mais de 4 mil usuários.

Bênçãos

Depois de receber as chaves da cidade do Rio de Janeiro, o pontífice participou, junto de atletas e ex-atletas, de uma solenidade na qual deu sua bênção às bandeiras das Olimpíadas de 2016. Entre os esportistas, estavam Zico, Carlos Alberto Parreira e o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, que luta contra um câncer. Ele se ajoelhou em frente do papa e foi abençoado por ele (foto 3). A tragédia da Boate Kiss, que vitimou mais de 240 pessoas em Santa Maria (RS), também foi lembrada por Francisco, que pediu uma oração àqueles que perderam a vida no incêndio.

Cinco jovens – cada um representando um continente - conseguiram algo sonhado por muitos católicos: tiveram suas confissões ouvidas pelo líder máximo da Igreja.

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