i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
Rio de Janeiro

Justiça aceita denúncia contra casal que ficou nu e quebrou estátua na JMJ

A denúncia da promotoria aceita ontem pelo Judiciário pede condenação dos dois por ultraje público ao pudor, resultantes de preconceito de raça ou de cor, concurso formal, vilipendiar ato ou objeto de culto religioso e concurso material

  • PorFolhapress
  • 10/01/2014 17:27

A Justiça do Rio de Janeiro aceitou denúncia do Ministério Público Estadual contra o casal Raíssa Senra Vitral e Gilson Rodrigues Silva Júnior. Os dois responderão, em liberdade, a processo por uma série de crimes que teriam ocorrido quando o casal promoveu uma performance crítica à Igreja Católica em meio às atividades da Jornada Mundial da Juventude, que recebeu o papa Francisco no Rio de Janeiro em julho de 2013.

Raíssa e Silva Júnior participaram da Marcha das Vadias, em 27 de julho. A atuação polêmica ocorreu na avenida Atlântica, em Copacabana, zona sul do Rio.

Na ocasião, os dois tiraram as roupas e cobriram partes do corpo com símbolos sacros. Os dois sentaram sobre imagem de uma santa e a jogaram no chão, quebrando o objeto diante de católicos que se concentravam na orla para esperar o papa.

A denúncia da promotoria aceita ontem pelo Judiciário pede condenação dos dois por ultraje público ao pudor, resultantes de preconceito de raça ou de cor, concurso formal, vilipendiar ato ou objeto de culto religioso e concurso material. Na época, os próprios organizadores da Marcha das Vadias se manifestaram pelas redes sociais para dizer que não apoiavam a atitude dos dois.

Leia mais notícias da JMJ.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.