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Solidariedade

João Bombeirinho vai a Nova York conhecer doadora de medula óssea

Dois anos após o transplante, João Daniel de Barros viajará com a família aos EUA em outubro para agradecer a estudante que o salvou

João e sua família partem para os EUA em outubro para conhecer doadora de medula óssea que o salvou | Instituto João Bombeirinho/Divulgação
João e sua família partem para os EUA em outubro para conhecer doadora de medula óssea que o salvou (Foto: Instituto João Bombeirinho/Divulgação)

O menino João Daniel de Barros, 8 anos, mais conhecido como João Bombeirinho e símbolo da campanha de doação de medula no Paraná, está com viagem marcada para os Estados Unidos. Em outubro, ele e seus pais embarcam para Nova York a fim de conhecer uma jovem estudante de Enfermagem, de 22 anos, que se tornou doadora de medula óssea e o salvou. "Ela não salvou apenas o João. Ela salvou uma família inteira. Por isso somos eternamente gratos", confidencia a mãe do garoto, Ana Paula Estevan, 39 anos.

A Fundação Icla da Silva, um importante centro de recrutamento de doadores de medula óssea desde 1992, vai bancar toda a viagem. Embora a família não fale inglês, a mãe garante que todos conseguirão se comunicar com o espanhol, idioma que ela domina. A doadora é natural de Los Angeles e também fala espanhol fluentemente.

História de João

Natural de Maringá, no norte do Paraná, João Bombeirinho fez transplante no fim de 2012 e desde então passa bem. Desde 2007, ele lutava contra a leucemia linfoide aguda, doença que afeta as células brancas do sangue. Depois de passar por um primeiro tratamento que não trouxe resultados suficientes, o menino precisou entrar na fila de transplante de medula óssea.

Em 2013 foi inaugurado o Instituto João Bombeirinho, uma instituição sem fins lucrativos que auxilia quem precisa de transplante de medula óssea por meio de assistência jurídica e informativa.

A vida do garoto corre normalmente agora. "Ele faz tudo que uma criança gosta. Ele adora jogar futebol e praticar natação", conta Ana. Mas a comemoração final pela cura de João só será total depois de mais três anos, já que a doença pode voltar nesse período.

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