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O barulho provocado pelos cultos de uma igreja evangélica localizada no Centro de Ponta Grossa, Região dos Campos Gerais, levou a Justiça a determinar a interrupção dos trabalhos do templo.

A ação por "perturbação de sossego" foi movida por um cursinho particular, alegando que o barulho alto dos cultos atrapalha o andamento das aulas que são realizadas por teleconferência.

O pastor da igreja, Jorge Santos, diz que as reclamações ocorrem por perseguição religiosa. "Mas, estamos tomando as providências e vamos cumprir todas as normas".

O representante do cursinho, advogado Luís Alberto de Oliveira Lima, esclarece que a ação foi movida contra o município e órgãos de fiscalização e não contra a igreja. "Verificamos que não há um alvará de funcionamento e nem vistoria do Corpo de Bombeiros."

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