Encontre matérias e conteúdos da Gazeta do Povo
Maringá

Condôminos da Rodoviária Velha desistem de reforma

O TJ do Paraná negou a reintegração de posse ao grupo, que queria reformar o prédio. Agora, os locatários apostam na revisão do valor da indenização paga pelo município

Depois que o Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná negou aos 46 condôminos a reintegração de posse da Estação Rodoviária Américo Dias Ferraz, mais conhecida como Rodoviária Velha, o grupo aposta na revisão da indenização ajuizada pela Prefeitura de Maringá. A intenção de refomar o prédio foi abanadonada.

O pedido de reintegração foi feito pelos condôminos em 2007, a fim de reformar o prédio. Contudo, como a decisão judicial chegou depois que um terço do prédio tinha sido demolido, o advogado dos condôminos afirmou que o grupo não está preocupado com o resultado, porque não faz mais sentido reformar o que foi destruído.

No entanto, o grupo está atento à outra ação que corre na Justiça, protocolada pela Prefeitura em novembro do ano passado, quanto à desapropriação da rodoviária. Enquanto a Justiça não chegar a uma conclusão, a administração municipal não poderá continuar demolindo a construção.

Em maio deste ano, o município informou ter depositado em juízo o valor da indenização para os lojistas que trabalhavam no local. Ao todo, foram R$ 5,3 milhões, que deram ao município a posse completa do imóvel. Até então, a Prefeitura respondia por apenas 47% do prédio - o restante era dos lojistas. O valor é questionado pelos condôminos.

A demolição começou em maio deste ano, depois de o juiz da 4ª Vara Cível de Maringá, Alberto Marques dos Santos, conceder a posse provisória do prédio para a Prefeitura. Contudo, os condôminos entraram com recurso e conseguiram interromper dos trabalhos.

A Gazeta Maringá entrou em contato com o procurador jurídico da Prefeitura, Juiz Carlos Manzato. No entanto, ele não pôde atender, pois estava em uma reunião.

Você pode se interessar

Principais Manchetes

Receba nossas notícias NO CELULAR

WhatsappTelegram

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.