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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou um homem por homicídio qualificado e fraude processual. Ele é acusado de asfixiar a ex-mulher com um cinto, em um motel na Estrada do Mendanha, em Campo Grande, na capital fluminense, após tê-la agredido com um capacete.

O promotor Bruno de Lima Stibich também requereu a prisão preventiva do denunciado, que está no presídio Ary Franco, em Água Santa. O MP suspeita que o crime tenha sido motivado por ciúmes, pois a ex-companheira do réu se relacionava com um policial militar. Ainda de acordo com a denúncia, o suspeito teria escrito no espelho do quarto do motel frases como "tava me traindo", "polícia não é corno", "polícia não se brinca" e "polícia também mata", com o objetivo de incriminar o namorado da vítima.

Por ter modificado o local do crime para induzir o perito ao erro, o suspeito também responderá por fraude processual. Na denúncia, o promotor ressalta que o preso é extremamente perigoso e que, "uma vez em liberdade, irá, no mínimo, ameaçar testemunhas." Caso seja condenado pelos dois crimes, a pena pode chegar a até 34 anos de prisão.

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