Curitiba As peripécias do Sérgio Wesley, advogado do PCC em São Paulo, tumultuaram a vida do jornalista Sérgio Wesley, assessor de imprensa em Curitiba. Desde a última terça-feira, quando Sérgio Wesley da Cunha depôs no Congresso Nacional, em Brasília, na CPI do Tráfico de Armas, os conhecidos de Sérgio Wesley de Barros Stauffer não têm poupado brincadeiras com a semelhança dos nomes.
"Só hoje (ontem) recebi 15 ligações sobre o assunto. A mensagem mais divertida foi um e-mail da minha irmã. Como meu cunhado se chama Marcos Valério, ela disse que agora só faltava aparecer outro famoso criminoso com o nome dela, Anazilda", conta o jornalista.
O Wesley local chegou a ser confundido com seu homônimo. "Fui à uma festa na terça-feira e as pessoas me perguntavam sobre as notícias. No começo achei que o nome dele era com i e não com y, mas depois descobri que era igual ao meu. O bom disso tudo é que tenho conversado com gente que não tinha contato há muito tempo. De ruim, até agora nada; não tive de pagar nenhuma conta dele, não tem mulher atrás de mim dizendo que o filho é meu", brinca. "Os amigos podem ficar tranqüilos, se for preso, eu aviso", acrescenta.



