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Opinião

Presidente também quer fim do foro privilegiado

São Paulo – O presidente do TSE, Marco Aurélio Mello, também defendeu ontem o fim do foro especial para ocupantes de cargos públicos. Na sua avaliação, o mecanismo é um privilégio que não permite tratamento igualitário a todos os cidadãos.

"Sou contra o foro especial em qualquer circunstância. Penso que, num regime democrático, verdadeiramente republicano, há que prevalecer a isonomia e o tratamento igualitário dos cidadãos. Claudicou, responda, e responda na primeira instância", afirmou.

O foro privilegiado permite que o presidente da República, deputados, senadores e ministros, no exercício de suas funções, sejam julgados e investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Quando seus mandatos são encerrados, os processos voltam para a Justiça comum. "Basta considerar que muitos buscam um mandato como escudo para não se verem condenados no juízo competente, que é a primeira instância", disse.

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