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Manifestações

Promotor diz que ativistas decidiam atos violentos em reuniões

O promotor da 26.ª Pro­motoria de Investigação Penal do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), Luís Otávio Figueira Lopes, disse que os ativistas que tiveram a prisão preventiva decretada na última sexta-feira decidiam em reuniões fechadas as ações violentas em manifestações nas ruas do Rio. A afirmação está no texto da denúncia encaminhada por ele ao juiz da 27.ª Vara Criminal da Capital, Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau. Após o recebimento da denúncia, o juiz decretou as prisões preventivas de 23 ativistas. Cinco deles já estavam detidos desde o dia 12 de julho, final da Copa do Mundo e os outros 18 estão foragidos. As informações são da Agência Brasil.

De acordo com o promotor, com a intensificação das manifestações houve a tentativa de unificação dos grupos com a criação da Frente Independente Popular (FIP).

Ele disse que Elisa Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, pode ser identificada como uma das principais lideranças da FIP junto com Igor Mendes da Silva, Leonardo Fortini Baroni Pereira, Emerson Raphael Oliveira da Fonseca, Camila Aparecida Rodrigues Jourdan, Felipe Proença de Carvalho Moraes, Luiz Carlos Rendeiro Junior e Drean Moraes de Moura Corrêa. Esses ativistas, segundo o promotor, foram responsáveis pela decisão de incitar os ocupantes do movimento Ocupa Câmara [na Câmara Municipal do Rio, em agosto 2013] a promoverem a queima de um ônibus.

Para Lopes, Filipe Proença de Carvalho Moraes, Camila Aparecida Rodrigues Jour­dan e Pedro Guilherme Mas­carenhas Freire desempenham função de direção na Organização Anarquista Terra e Liberdade (OATL), que se reporta diretamente à direção da FIP. Já Felipe Frieb de Carvalho, Pedro Brandão Maia, Bruno de Sousa Vieira Machado, André de Castro Sanchez Basseres e Joseane Maria Araújo de Freitas eram incumbidos de efetuar a distribuição de tal material e também de usá-los.

O advogado Lucas Sada, que defende André de Castro Sanchez Basseres, Gabriel da Silva Marinho, Luiz Carlos Rendeiro Júnior, Pedro Mascarenhas e Karlayne Moraes da Silva Pinheiro, além também de Joseane Maria Araújo de Freitas, disse que a denúncia do MP é falha e será rebatida durante o processo.

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