A audiência de instrução dos dois acusados de aterrorizar uma comunidade da cidade de Quitandinha, região metropolitana de Curitiba, com bombas incendiárias foi postergada nesta quarta-feira (17).
A sessão solene deve decidir se os acusados irão para júri popular. Segundo a promotora Tarcila Teixeira, uma das testemunhas não foi localizada e não recebeu a intimação para testemunhar no caso.
A dupla tentou colocar a pequena comunidade de Pangaré de joelhos no final do ano passado com quatro ataques de bombas incendiárias. Uma das agressões matou uma jovem e deixou gravemente ferida uma criança de 9 meses.
Uma nova audiência foi remarcada para o início do mês que vem.



