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O secretário de Estado de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, lançou nesta quarta-feira (16) uma campanha para incentivar os moradores das favelas a denunciarem a existência de cemitérios clandestinos. O anúncio foi feito durante a manhã desta quarta-feira na favela Nova Brasília, localizada no Complexo do Alemão.

O serviço de disque-denúncia existe no Rio de Janeiro desde 1995 para todos os tipos de informação. Só nos meses de janeiro e fevereiro deste ano foram recebidas 29 denúncias referentes a cemitérios clandestinos. Elas são repassadas à polícia para que sejam apuradas. Os locais são geralmente utilizados para esconder os corpos de pessoas assassinadas por traficantes.

A campanha é lançada quase dois anos após a morte de Júlio Baptista Almeida da Silva Barros, que foi morto pelo tráfico local após ser confundido com um estuprador. Júlio trabalhava como mata-mosquito na campanha contra a dengue da prefeitura da cidade. Seu corpo ainda não foi encontrado e a Secretaria de Segurança oferece recompensa de R$ 2 mil para quem apontar sua localização. A polícia acredita que ele está enterrado em um cemitério clandestino.

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