O primeiro lote da versão genérica do Efavirenz, uma das 17 drogas que compõem o coquetel antiaids, será entregue ao Ministério da Saúde na próxima semana. O medicamento é o primeiro que o país começou a produzir a partir do licenciamento compulsório decretado pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em 2007. A encomenda inicial prevê o repasse de 2,1 milhões de comprimidos. Ao todo, serão 15 milhões adquiridos por ano. As informações são da Agência Brasil.
Até dois anos atrás, o governo brasileiro pagava cerca de US$ 1,56 por comprimido para o laboratório americano Merck, que detinha a patente do produto. Com o licenciamento compulsório, o país começou a importar a droga do laboratório indiano Ranbaxy, ao custo de US$ 0,46, pouco mais do que R$ 1, atualmente. Já a produção brasileira sairá por R$ 1,35 a unidade.



