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José Eduardo Cardozo | Ueslei Marcelino/Reuters
José Eduardo Cardozo| Foto: Ueslei Marcelino/Reuters
  • Roberto Requião (PMDB-PR), senador

Três anos depois de assumir o cargo, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (foto), visitou ontem pela primeira vez uma penitenciária federal. O ministro chegou por volta das 9h45 (no horário local) à penitenciária federal de Porto Velho (RO), onde estão líderes da facção criminosa que age dentro dos presídios paulistas e também das milícias do Rio de Janeiro. Em novembro de 2012, durante uma palestra a empresários em São Paulo, Cardozo disse que preferiria morrer a ter que passar muitos anos preso numa penitenciária brasileira, caso fosse condenado por algum crime. O ministro da Justiça chegou a declarar que as cadeias do país têm condições "medievais". A imprensa não foi autorizada a acompanhar a visita.

Metrô

O vereador Tico Kuzma (Pros) propôs a criação de uma comissão especial para acompanhar a implantação do metrô. O vereador justifica que, pela importância da obra para a cidade e pelo fato desse projeto incluir questões pertinentes a todas as outras comissões, um colegiado específico para discutir a obra seria adequado. A comissão teria nove membros. Para entrar em funcionamento, o requerimento precisa ser aprovado pela maioria absoluta dos vereadores.

Em campanha 1

O ex-ministro da Saúde e provável candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, começou ontem a caravana "Horizonte Paulista" em ritmo de campanha, com críticas ao governador Geraldo Alckmin (PSDB). Perguntando sobre a campanha antecipada, Padrilha desconversou. "Prefeitos aqui estão me perguntando se estou começando a campanha hoje. Não. Campanha só em junho, depois das convenções", disse.

Em campanha 2

Em giro pelo interior de São Paulo, o pré-candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (MG), atacou o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT), que tmbém iniciou uma série de viagens pelo interior do estado. "Ele (Padilha) foi indicado como uma renovação, e renovação significa novas formas de fazer política. Mas ele reproduziu as piores, fazendo ataques desmedidos, quase pessoais ao governador Geraldo Alckmin", afirmou Aécio em relação à afirmação de Padilha, de que o grupo criminoso PCC é uma "criação dos 20 anos de governo do PSDB".

Terrorismo

O Senado deverá analisar na próxima semana o projeto que define o crime de terrorismo. Críticos do texto apontam uma intenção do governo de reprimir manifestações populares durante a Copa do Mundo de 2014. "Se há falcatruas do governo, se se pratica corrupção, se há irregularidades, se há incompetência, o povo brasileiro tem o direito de se manifestar e isso não é terrorismo", argumentou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR).

Pezão assume

Em discurso durante inauguração de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na comunidade da Mangueirinha, em Duque de Caxias, o governador do Rio, Sérgio Cabral, disse que deixará o governo em abril. "É este o Estado que você vai assumir a partir de abril. A lei impõe minha saída. Deixarei em muito boas mãos", discursou o Cabral, que deverá disputar o Senado, dirigindo-se a seu vice, Pezão.

Pinga-fogo

"Quero tornar pública a pressão que a Mesa do Senado está recebendo do governo para inviabilizar a CPI do transporte urbano nas cidades do Brasil. Me disse o meu informante, que é nada menos que o presidente Renan Calheiros, que a pressão está sendo fortíssima."

Roberto Requião (PMDB-PR), senador, sobre a dificuldade para instaler a comissão parlamentar de inquérito que investigará o transporte público no Brasil.

Colaboraram: Chico Marés e José Marcos Lopes.

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