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Advogado de executivos diz que presos deveriam ser soltos, não transferidos

Roberto Telhada defende os executivos da OAS que serão transferidos ao Complexo Médico Penal, em Pinhais, nesta terça-feira (24)

“Há um excesso de pessoas presas na carceragem, o que compromete a segurança. Já que as prisões são absolutamente ilegais, todos deveriam ser soltos e não transferidos para um lugar pior”, disse o advogado | Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
“Há um excesso de pessoas presas na carceragem, o que compromete a segurança. Já que as prisões são absolutamente ilegais, todos deveriam ser soltos e não transferidos para um lugar pior”, disse o advogado (Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo)

O advogado dos executivos da OAS, Roberto Telhada, afirmou que os presos da Lava Jato deveriam ser soltos, e não transferidos. Ele defende quatro executivos da empresa que serão transferidos nesta terça-feira (24) da carceragem da Polícia Federal em Curitiba para o Complexo Médico Penal (CMP), em Pinhais: o presidente José Aldemário Pinheiro Filho, o diretor Agenor Franklin de Moraes, o vice-presidente do Conselho Mateus Continho de Sá Oliveira e o funcionário José Ricardo Breghirolli.

“Há um excesso de pessoas presas na carceragem, o que compromete a segurança. Já que as prisões são absolutamente ilegais, todos deveriam ser soltos e não transferidos para um lugar pior”, disse o advogado. “O que nós sabemos é que chegaram outras pessoas na carceragem da Polícia Federal e a PF fez uma revista e identificou que havia um número excessivo de pessoas”, disse Telhada sobre a transferência.

A PF pediu a transferência de 12 presos da Lava Jato para o CMP na última sexta-feira (20). O pedido foi acatado nesta segunda-feira (23) pelo juiz federal Sérgio Moro.

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