093806

Seu app Gazeta do Povo está desatualizado.

ATUALIZAR

PUBLICIDADE
  1. Home
  2. Vida Pública
  3. Aécio Neves sugere que Renan Calheiros desista de presidir Senado

Legislativo

Aécio Neves sugere que Renan Calheiros desista de presidir Senado

Renan é o mais cotado para substituir o correligionário José Sarney (AP), que deixa o posto na próxima sexta-feira (1º)

  • Agência Estado
 
0 COMENTE! [0]
TOPO

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) sugeriu nesta segunda-feira (28) que o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), deveria desistir de sua candidatura à Presidência da Casa e indicar para o cargo um nome que seja aceito por "todo o Congresso" para que seja iniciada "uma nova fase" no Senado. Renan é o mais cotado para substituir o correligionário José Sarney (AP), que deixa o posto na próxima sexta-feira (1º).

Para o tucano, Renan, como líder do PMDB, seria o "maior interessado" em conduzir o partido para indicar um nome "que possa ser tranquilamente aceito por todo o Congresso e não apenas pela bancada" peemedebista. Ao participar de evento nesta segunda-feira em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, Aécio afirmou que o PSDB ainda não tem uma posição definida e que a bancada tucana se reunirá na quinta-feira (30) para "avaliar o caminho a tomar". "Mas acho que cabe ao PMDB criar facilidades para que possamos ter um nome que agregue a todas as forças políticas do Congresso Nacional, para que o Senado inicie uma nova fase", declarou.

Denúncias

Renan pode assumir a Presidência do Senado, pela terceira vez, em meio a diversas polêmicas. O jornal O Estado de S. Paulo mostrou que o peemedebista usou sua influência no partido e na Caixa Econômica Federal para transformar Alagoas em uma potência nos contratos do Minha Casa, Minha Vida, favorecendo principalmente a Construtora Uchôa, que faturou mais de R$ 70 milhões em dois anos por meio do programa. O proprietário da construtora, Tito Uchôa é sócio do filho do senador, o deputado federal Renan Filho (PMDB-AL), em outras empresas.

Na semana passada, foi a vez de o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, apresentar denúncia contra o senador ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo caso que levou Renan a renunciar à Presidência do Senado em 2007 para escapar de uma possível cassação de seu mandato. O peemedebista era suspeito de ter as despesas, como a pensão para a filha que teve com a jornalista Mônica Veloso, pagas por um lobista. Renan teria usado notas fiscais frias para tentar negar a acusação. O caso tramita no STF em segredo de Justiça.

8 recomendações para você

deixe sua opinião

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE