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Os 34 presos na segunda fase da Operação Publicano foram nesta quarta-feira (17) prestar depoimento ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Dezoito foram interrogados, mas apenas um falou: o auditor fiscal aposentado e advogado José Aparecido Camargo. O depoimento de Luiz Abi Antoun, parente distante do governador Beto Richa (PSDB), era o mais esperado de todos, pelo fato de ser apontado como o responsável pelas indicações para cargos de chefia na Receita Estadual. Ele chegou à sede do Gaeco em Londrina sem algemas, ao contrário da maioria dos demais acusados, e não respondeu às perguntas. De acordo com o delegado Alan Flore, os outros 16 depoimentos devem ocorrer entre esta quinta e a sexta-feira, prazo para o encerramento do inquérito. Sobre o depoimento de José Aparecido Camargo, o delegado afirmou que ele “tentou dar a sua versão dos fatos” e que as declarações devem ser “confrontadas com outras provas”. Camargo conversou rapidamente com repórteres e fez uma metáfora. Disse que “reputação é mais ou menos como um a travesseiro de penas”. “Depois que abre e joga tudo ao vento, como é que você recupera depois?” (FS)

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