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Professor Galdino, vereador. | Henry Milleo / Gazeta do Povo
Professor Galdino, vereador.| Foto: Henry Milleo / Gazeta do Povo

Esposa do deputado federal e ex-secretário de Segurança Pública Fernando Francischini, Flávia Carolina Resende Jaber Francischini também deixou o governo do estado. Ela foi exonerada em maio do cargo de Consultor Estratégico III da Sanepar. O salário dela era de R$ 13.386,59. No período de maior turbulência do marido na Sesp, resultado da mal sucedida operação que terminou com mais de 200 feridos no que ficou conhecido com a “Batalha do Centro Cívico”, no dia 29 de abril, Flávia usou o Facebook para desabafar contra os opositores do marido, alguns deles integrantes do governo. “Um bom político trabalha e age por si só, não depende de homens sujos, covardes, que não honram as calças que vestem e precisam agir sempre em grupo, ou melhor quadrilha”, escreveu ela. Antes de ingressar no quadro da Sanepar, Flávia Francischini estava lotada em um cargo de diretoria no Departamento de Trânsito do Estado (Detran).

em baixa

Luiz Abi Antoun

Parente distante do governador Beto Richa, Abi é considerado pelo Gaeco como um dos chefes do esquema de corrupção na Receita Estadual. Ele se entregou à polícia na quinta (11).

em alta

Parlamentares

Com a aprovação na Câmara Federal do mandato de cinco anos, vereadores e deputados ganharam um ano a mais para ficar nos cargos. Tudo isso com direito à reeleição.

Animais humanos

O vereador Professor Galdino (PSDB, foto) não desistiu de dar nomes de cachorros a ruas de Curitiba. Sua primeira tentativa, de dar o nome de “Hanna Golden Lata” a uma rua, fracassou. É que a lei exige que os nomes sejam de pessoas. Mas Galdino agora fez nova investida. Quer mudar a legislação para dar a ela uma “perspectiva biocêntrica”. No texto sugerido, as ruas poderiam ganhar nomes de “animais humanos ou não humanos”.

UFOs

Outro projeto protocolado na Câmara de Curitiba cria o Dia da Ufologia. Segundo proposta de Toninho da Farmácia, seria comemorado em 2 de outubro.

Entrevista

Joaquim da Cunha Neto,  coordenador-geral do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão ligado ao Ministério da Fazenda

O Coaf existe desde 1998. Mas hoje é que está mais atuante?

E uma questão de evolução pelo tempo. Quando foi criado, o conceito ainda estava engatinhando no mundo todo.

Há casos em que o Coaf conseguiu impedir o crime de lavagem de dinheiro?

O Coaf não tem o papel de impedir o crime. Ele tem o objetivo preventivo de melhorar, de cobrar os controles dos setores obrigados.

Não seria possível então impedir ou antecipar a Lava Jato?

Não é possível, você analisando só sinais financeiros, concluir o que está acontecendo em sua integralidade e evitar que o crime aconteça.

O gestor público não está saindo às ruas, corre o risco de ser apedrejado. Mas eu não mudei minha agenda, nunca saí tanto. Ainda bem que minha mãe não lê o Facebook.

Gustavo Fruet (PDT), prefeito de Curitiba, durante o jantar de aniversário do Instituto dos Advogados do Paraná (IAP).
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