Somente na próxima reunião da Comissão de Ética Pública, marcada para 29 de janeiro de 2014, os conselheiros vão definir se a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, cometeu algum deslize ético ao usar um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF), conveniado ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em viagens em Santa Catarina, seu Estado de origem, para participar de entregas de casas populares, inauguração de obras e lançamento de projetos do governo.

"A ministra já entregou os esclarecimentos, mas eu só recebi hoje a matéria, as informações que ela prestou e o memorial que o advogado que ela constituiu prestou (à comissão). Portanto, o assunto volta na próxima reunião em janeiro, depois de lido, meditado e resolvido", afirmou o relator do caso na Comissão de Ética Pública, advogado Horácio Raymundo de Senna Pires.

Sem querer adiantar nada de suas convicções em relação ao caso, Horário Pires emendou: "quem lê o jornal vê um ente de razão, mas depois quando se lê, na medida da possibilidade que se vai ler a interpretação que as pessoas dão aos fatos acontecidos, aí é que se tira uma razão perfeita", justificou.

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