Apesar do barulho e da polêmica, a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados na gestão do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) teve desempenho inferior ao dos dois anos anteriores. Contabilizando audiências públicas, reuniões, seminários, requerimentos apreciados e projetos votados, sob o comando de Feliciano, a comissão teve 255 eventos e propostas discutidas e votadas; em 2012 foram 249; em 2011, totalizou 255. Com a debandada dos parlamentares defensores históricos dos direitos humanos, em protesto à eleição de Feliciano, houve prevalência de religiosos na comissão. O ponto de vista de Feliciano e seu grupo dominou o debate e a pauta de votação. O grupo ligado ao presidente da comissão conseguiu aprovar propostas que dificilmente vingariam em composições anteriores. Entre elas estão a convocação de plebiscito sobre união civil entre pessoas do mesmo sexo e a derrubada da decisão do Conselho Federal de Psicologia que proibia a "cura gay".
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