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São Paulo

Coordenação de programa anti-Aids diz que 'nenhum procedimento é 100% infalível'

A coordenadoria do Programa Municipal de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids da Prefeitura de Campinas afirmou nesta sexta-feira "as milhares de vidas salvas todos os dias através da recepção de sangue e outros hemoderivados decorrentes da solidariedade dos voluntários doadores aos bancos de sangue é superior a qualquer ocorrência estatística esperada em qualquer procedimento técnico. Nenhum procedimento ou tecnologia em saúde é 100% infalível".

A ocorrência refere-se a uma mulher jovem que foi diagnosticada como portadora do vírus HIV pelo Centro de Referência Municipal em Doença Sexualmente Transmissão Transmissíveis e Aids (DST/Aids). Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os detalhes desta ocorrência estão em processo de investigação e serão consolidados no fechamento do banco de 2005.

Imediatamente após a notificação, foram adotadas as medidas de segurança nos setores públicos oficiais responsáveis pela regulação e controle de qualidade relacionados ao caso, para afastar qualquer possibilidade do risco se estender a outras pessoas.

Segundo a enfermeira sanitarista Maria Cristina Ilário, coordenadora do Programa Municipal de DST/Aids, é importante ressaltar que a ocorrência desta via de transmissão do vírus HIV é praticamente nula, pois o Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe de tecnologia de ponta para o controle de hemoderivados.

A Secretaria Municipal de Saúde informa que Campinas conta com cerca de 4 mil casos notificados de Aids de 1982 a 2004, sendo que de todas as vias de transmissão possíveis para o HIV somente três foram confirmadas como transfusionais.

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