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O ex-deputado e presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, disse, em seu depoimento na CPI do Mensalão, que nunca negociou participação em dinheiro na aliança entre o PL e o PT e sim uma participação nos recursos da campanha. Assim, dos R$ 40 milhões destinados a cobrir os gastos das duas campanhas, R$ 10 milhões iriam para PL, já que o PT tinha 59 deputados e o PL, 23.

- É um acordo político em qualquer aliança que você faça.

A verticalização das alianças, que obrigava os partidos a fazer a mesmas coligações, até mesmo nos estados, provocou insegurança no partido.

- Durante quatro anos, nos preparamos para fazer os 5% do partido (de representação na Câmara) para atingir o tempo de televisão e a verba partidária. Teríamos o apoio presidencial, mas com os estados livres para atingir os 5% - declarou, alegando que nestas condições, o PL teria que participar dos recursos da campanha, num acordo exclusivamente político.

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