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Em discurso, o governador eleito do Paraná, Beto Richa, declara apoio a José Serra e diz que vai mobilizar as forças do estado em favor do tucano | Divulgação
Em discurso, o governador eleito do Paraná, Beto Richa, declara apoio a José Serra e diz que vai mobilizar as forças do estado em favor do tucano| Foto: Divulgação

O governador eleito do Paraná, Beto Richa (PSDB), participou nesta quarta-feira (6) em Brasília de uma reunião de lideranças para definir as estratégias da campanha de José Serra no segundo turno da eleição presidencial. Beto discursou durante o encontro e afirmou que vai mobilizar forças no estado em favor do tucano. "Minha vitória só será completa com a sua vitória", disse o governador eleito para Serra.

O encontro reuniu, ainda, governadores, senadores e demais parlamentares eleitos e reeleitos no último domingo (3). Beto Richa prometeu se engajar pessoalmente na campanha, percorrendo o estado, pedindo votos para Serra. Ele também afirmou que vai mobilizar os prefeitos da base aliada para continuar a campanha em favor do candidato tucano.

No Paraná, José Serra venceu Dilma Rousseff (PT) no primeiro turno. O tucano recebeu 2.607.664 votos, 43.94% do total. Já a candidata petista obteve 2.311.239 votos, 38.94% do total dos votos válidos.

O presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), disse que o momento é de sair às ruas e buscar os votos para evitar que a capacidade de mobilização do PT dificulte as coisas para Serra: "É o momento de sair às ruas. Sabemos da capacidade de mobilização do PT. Não podemos cometer nenhum erro e não perder nenhum minuto." Raimundo Colombo (DEM), eleito governador de Santa Catarina, disse que já tem 36 reuniões agendadas no estado para mobilizar a militância. "Vamos trabalhar para mobilizar os companheiros. Faremos 36 reuniões regionais para trabalhar em favor do Serra. Tenho certeza de que vamos ampliar a margem de votos."

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), afirmou que o segundo turno será o momento de os candidatos apresentarem suas propostas e seu posicionamento sobre temas polêmicos. "A ministra Dilma, durante todo o primeiro turno, ela iludiu, ela apareceu mas não era ela. Continua não sendo. Agora, ela vai ter que falar se ela é assim ou assado, se ela é a favor do aborto ou não é. Dilma é um produto de candidato que não tem experiência para ser presidente da República", afirmou Guerra.

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