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Dilma e o aborto

Ao contrário do que vem sustentando durante a campanha, Dilma já se pronunciou favoravelmente à legalização do aborto. As declarações foram feitas à revista Marie Claire, em 2009, e à Folha de S.Paulo, em 2007.

Serra e o aborto

O candidato tucano tem se posicionado contra a legalização do aborto. Em 1998, quando era ministro da Saúde, ele assinou uma norma técnica que facilitava a realização do procedimento em casos amparados pela lei (estupro e gravidez de risco) em hospitais públicos.

Pílula do dia seguinte

O produto começou a ser distribuído a instituições públicas a partir de 2001, quando Serra era ministro, mas era destinado apenas a vítimas de estupro. A distribuição em massa começou em 2005, já no governo Lula.

Apoio do PT

O partido se manifestou favoravelmente à legalização do aborto em seus dois últimos congressos nacionais. O Plano Nacional de Direitos Humanos 3, coordenado pela Casa Civil quando Dilma era ministra, também defendia a questão como direito da mulher. O texto final, porém, foi alterado por Lula, sob pressão da Igreja Católica.

Expulsões do PT

No ano passado, os deputados federais petistas Henrique Afonso (AC) e Luiz Bassuma (BA) sofreram processos na comissão de ética do partido por se posicionarem contra o aborto. Há boatos de que foram expulsos, mas eles só tiveram os direitos partidários suspensos temporariamente. Ambos migraram para o PV.

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