i

O Sua Leitura indica o quanto você está informado sobre um determinado assunto de acordo com a profundidade e contextualização dos conteúdos que você lê. Nosso time de editores credita 20, 40, 60, 80 ou 100 pontos a cada conteúdo – aqueles que mais ajudam na compreensão do momento do país recebem mais pontos. Ao longo do tempo, essa pontuação vai sendo reduzida, já que conteúdos mais novos tendem a ser também mais relevantes na compreensão do noticiário. Assim, a sua pontuação nesse sistema é dinâmica: aumenta quando você lê e diminui quando você deixa de se informar. Neste momento a pontuação está sendo feita somente em conteúdos relacionados ao governo federal.

Fechar
A matéria que você está lendo agora+0
Informação faz parte do exercício da cidadania. Aqui você vê quanto está bem informado sobre o que acontece no governo federal.
Que tal saber mais sobre esse assunto?
eleições 2016

Movimento que organiza atos contra Dilma deve ter candidatos no Paraná

  • PorRogerio Waldrigues Galindo
  • 29/01/2016 19:39
Manifestações contra Dilma Rousseff de 2015 devem se repetir em 2016. | Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
Manifestações contra Dilma Rousseff de 2015 devem se repetir em 2016.| Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo

As manifestações pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) impulsionaram vários integrantes de movimentos de rua a candidaturas para cargos públicos neste ano. Um dos principais responsáveis pelos atos públicos contra a presidente, o Movimento Brasil Livre (MBL) deverá ter candidatos a vereador e a prefeito em várias cidades do Brasil. No Paraná, o MBL já tem nomes para a disputa em Curitiba e em pelo menos oito cidades do interior.

IMPEACHMENT: Acompanhe mais notícias

Em Curitiba, o potencial candidato é Eder Borges, que coordena o movimento no Paraná. Embora diga que ainda não se decidiu se vai ou não disputar uma cadeira na Câmara Municipal, Borges já está filiado ao PSC. “Tem muita proposta para isso, até devido ao fato de eu ter conseguido uma certa projeção com o movimento. Existe até um certo clamor por parte desse público.”

Borges garante que por enquanto seu “foco” não é esse – e sim a organização da megamanifestação prevista para março em várias cidades do país, quando o MBL e outros movimentos, como o Vem Pra Rua, pretendem retomar a questão do impeachment, agora que o processo foi formalmente iniciado na Câmara Federal. O Vem Pra Rua, porém, decidiu que não terá candidatos neste ano.

No MBL, a estratégia parece ser a de lançar um candidato a vereador por praça. Em Cascavel, deve sair Fabrício Mellus; em Foz, possivelmente Leonel Rocha; em Irati, Douglas Goy; em Paranaguá, José Carneiro; em Ponta Grossa, Valderson Cardoso; em Castro, William Vasco; em Pato Branco, Gilberto Júnior; e apenas em Jaguariaíva o movimento cogita lançar duas candidaturas ao mesmo tempo.

Eder Borges diz que participar da política partidária e disputar vagas no Legislativo não contrariam o discurso do MBL contra a política fisiológica e contra os desvios que, segundo o grupo, marcam a política nacional. “Nosso objetivo sempre foi o de mudar a política do país. E temos que admitir que com o movimento de rua podemos fazer algo, mas isso tem uma limitação. Participar da política formal é um passo necessário”, afirma.

Pelos partidos

Embora haja unidade ideológica no Movimento Brasil Livre (MBL), os candidatos devem participar do processo eleitoral por várias siglas diferentes. Há gente no PSC, PSD, DEM e PMDB. O grupo, no entanto, não aceita que seus integrantes concorram por partidos considerados de esquerda, como PT, PCdoB e PSTU.

Deixe sua opinião
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Máximo de 700 caracteres [0]

Receba Nossas Notícias

Receba nossas newsletters

Ao se cadastrar em nossas newsletters, você concorda com os nossos Termos de Uso.

Receba nossas notícias no celular

WhatsApp: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Comentários [ 0 ]

O conteúdo do comentário é de responsabilidade do autor da mensagem. Consulte a nossa página de Dúvidas Frequentes e Política de Privacidade.