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Estabilidade política que caracterizou o Brasil desapareceu, diz Financial Times

    • Estadão Conteúdo Web
    • 21/10/2015 09:16
    Dilma com o primeiro-ministro da Finlândia Juha Sipila: fim da estabilidade política para o FT. | Reuters
    Dilma com o primeiro-ministro da Finlândia Juha Sipila: fim da estabilidade política para o FT.| Foto: Reuters

    Nuvens políticas prejudicam as perspectivas de investimento no Brasil. Esse é o resumo de análise que ocupa a contracapa da edição impressa do jornal Financial Times desta quarta-feira (21). Assinada pelo chefe da sucursal de São Paulo do FT, Joe Leahy, o texto destaca que a presidente Dilma Rousseff teve na última sexta-feira uma amostra do eventual custo de perder o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

    A análise cita que “vários fatores afetam o mercado brasileiro”. No campo doméstico, analistas ouvidos pelo FT citam que o adversário é “quase exclusivamente político”. “Durante os dez primeiros meses do segundo mandato da senhora Rousseff, a estabilidade que caracterizou muito da última década da política brasileira desapareceu”, cita o texto.

    “Se Dilma Rousseff queria saber o custo de perder de repente o respeitado ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ela teve uma resposta na sexta-feira. Rumores que ele estaria saindo se espalharam quando os investidores estavam indo para casa no fim de semana. Até o momento em que o governo negou oficialmente uma ou duas horas mais tarde, o real caiu cerca de 3% em relação ao dólar”, analisa o FT.

    Para Joe Leahy, o episódio do fim da semana passada “destaca a nova realidade de investimento no Brasil: o maior mercado de capitais da América Latina tornou-se impulsionado pelo risco político”. O texto lembra que, além dos problemas econômicos, a presidente Dilma Rousseff corre o risco de ser alvo de um processo de impeachment no Congresso.

    Para piorar o cenário brasileiro, o texto lembra que quadro externo tem ainda a combinação negativa para o Brasil composto pela perspectiva de aumento dos juros nos Estados Unidos somada com a desaceleração da China.

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