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A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) informou ontem estar "inconformada" com o que chamou de "excessos" praticados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em documento entregue ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes – que também preside o conselho –, a AMB reclama que nunca é ouvida durante a elaboração de resoluções e de atos normativos que interferem diretamente na vida de magistrados.

As críticas feitas ao conselho foram apresentadas durante uma reunião ocorrida ontem, da qual participaram a diretoria da AMB e os presidentes de associações regionais de magistrados.

O presidente da associação nacional, Mozart Valadares, citou alguns exemplos de excessos. Um deles, segundo a categoria, é uma resolução editada pelo CNJ que obriga o juiz a justificar os motivos que o levaram a se declarar impedido, "por foro íntimo", de julgar um caso.

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