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Novos indícios de irregularidades na gestão do diretor da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Elano Rodrigues Figueiredo levaram a Comissão de Ética Pública da Presidência da República a adiar para outubro o julgamento do caso. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) encaminhou à Comissão documentos mostrando que Figueiredo participou de decisões envolvendo ex-clientes, quando deveria se declarar impedido. No último 14 de agosto, a diretoria analisou processos de operadoras privadas para as quais Figueiredo trabalhou, como a HapVida e a Unimed. O conselheiro Mauro Menezes, relator do caso na Comissão de Ética, informou que o caso não foi apreciado ontem, porque ele pediu mais explicações ao diretor da ANS.

Em agosto, o GLOBO mostrou que Elano Figueiredo omitiu no currículo que enviou à Presidência da República sua relação anterior com planos privados de saúde. Ele foi diretor jurídico da HapVida, empresa que atua no Nordeste, e também advogou para a Unimed. Estas informações, porém, não constavam no documento enviado ao governo e utilizado como referência para sua sabatina na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, na qual teve seu nome aprovado.

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