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A Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB-DF) entra na manhã desta segunda-feira com pedido de cassação, na Câmara Legislativa, de oito deputados citados na Operação Caixa de Pandora , deflagrada pela Polícia Federal. Os deputados são acusados de envolvimento no chamado mensalão do DEM - esquema de cobrança de propina e pagamento de mesadas a políticos aliados - que seria comandado pelo governador José Roberto Arruda (ex-DEM).

Segundo nota da OAB-DF, o documento vai incluir também pedido para que os deputados sejam impedidos de votar no processo de impeachment do governador, mesmo que não tenham seus mandatos cassados.

Entre os deputados citados na operação da PF, estão Leonardo Prudente (DEM), presidente licenciado da Câmara que aparece em vídeo colocando dinheiro nas meias , Junior Brunelli (PSC), Eurides Brito (PMDB), Rogério Ulysses (PSB), Airton Gomes (PMN), Benício Tavares (PMDB), Rôney Nemer (PMDB) e os suplentes Pedro do Ovo (PRB) e Berinaldo Pontes (PP).

DEM-DF abre processo disciplinar por falta grave contra Prudente

O diretório regional do DEM, no Distrito Federal, já abriu na sexta-feira processo disciplinar, por falta grave, contra Leonardo Prudente. O deputado, que também aparece no vídeo que ficou conhecido como "oração da propina", terá oito dias para apresentar sua defesa, a partir da sua notificação. A expectativa é que ele seja notificado nesta segunda-feira.

A decisão se assemelha à tomada na semana passada em relação ao governador Arruda, que se antecipou a uma possível expulsão do DEM e pediu sua desfiliação na quinta-feira.

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