Nem mesmo a prefeitura escapou do cordão de isolamento da Polícia Militar (PM) no Centro Cívico na manhã desta terça-feira. Policiais cercaram o prédio do Executivo municipal, que fica a duzentos metros da Assembleia, e fizeram revistas nos funcionários que chegavam para trabalhar. Até mesmo o secretário de governo, Ricardo McDonald, passou por revista. O prefeito Gustavo Fruet (PDT) se reuniu com o comando da Casa Militar e o bloqueio foi retirado por volta das 9h30.

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Apesar da barreira policial e dos confrontos, professores permanecem em frente à Alep.

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Manifestante improvisou uma proteção contra bombas de efeito moral.

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Bombas foram lançadas no meio da manhã desta terça-feira.

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Manifestantes passaram mal depois da ação da PM.

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Mesmo com decisão judicial liberando a presença de manifestantes, eles não devem ser liberados para entrar no plenário hoje.

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Manifestantes se dispensam e evitam confronto com a PM.

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Policiais usaram gás de pimenta contra os professores.

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Para o prefeito, a situação foi “inaceitável”. “[O cerco] Não foi comunicado à prefeitura. E mesmo que tivesse sido comunicado, não iria aceitar”, disse, reforçando que a responsabilidade pela proteção do edifício é da Guarda Municipal, e não da PM. Fruet também lamentou os “transtornos” causados pela presença do cerco policial na região do Centro Cívico.



