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A prefeita de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), Dárcy Vera (PSD), disse considerar absurdo o adiamento nesta quinta-feira (22) do julgamento no TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) que ia decidir pela cassação do seu mandato e do seu vice, Marinho Sampaio (PMDB).

Segundo ela, o adiamento é uma manobra política para protelar o julgamento.

Ontem, o advogado da prefeita no caso, Ricardo Vita Porto, acusou o deputado federal e segundo colocado nas eleições, Duarte Nogueira (PSDB), de fazer "chicana" com o processo judicial.

O adiamento foi solicitado pelos advogados do deputado. Agora, ele está marcado para 5 de setembro.

Dárcy e Marinho foram condenados em março pela Justiça Eleitoral de Ribeirão a perderem o mandato, além de ficarem impossibilitados de disputar eleições por oito anos. Eles recorreram.

"É um absurdo [o adiamento pelo TRE] porque, na minha opinião, deveria ter sido julgado. Estou super tranquila porque não fiz nada de errado. A legislação eleitoral foi respeitada e houve cerceamento de defesa por parte do juiz eleitoral de Ribeirão Preto [Héber Mendes Batista]", disse, após participar da cerimônia de entrega das chaves aos permissionários do novo centro popular de compras no calçadão da cidade.

De acordo com ela, o pedido de Nogueira trata-se de uma manobra. "É uma manobra porque senão não deveria pedir adiamento, se estivesse tudo bem não teria necessidade. Achei um absurdo. É um processo que diz respeito a mim, que eu gostaria que fosse julgado, e ter sido adiado desta forma", disse a prefeita.

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