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O Ministério Público Federal considerou prematuro o relatório da Polícia Federal em que o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) foi indiciado e solicitou novos depoimentos de envolvidos no caso sobre o suposto pagamento de propinas a dirigentes e servidores do governo paulista pelo grupo francês Alstom.

Concluído em agosto do ano passado, o relatório da PF partiu de informações obtidas pelo Ministério Público da Suíça relativas a negócios da administração estadual entre 1995 a 2003.

Segundo o procurador da República Rodrigo de Grandis, responsável pelo caso, é preciso "aprofundar o que já é conhecido em termos de extensão. [...] Isso não é excepcional, faz parte da dinâmica da própria investigação".

Requerimentos

De acordo com De Grandis, também serão pedidos novos dados de envolvidos à Receita Federal e ao Banco Central.

Antônio Claudio Mariz de Oliveira, advogado de Matarazzo, afirmou que "o procurador foi cauteloso em determinar novas diligências [...]. Isso mostra que o indiciamento de Matarazzo foi apressado e desnecessário". Segundo a assessoria de comunicação da PF, o inquérito "foi produzido um conjunto robusto de provas".

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