Paralisação de fevereiro reuniu manifestantes em acampamento no Centro Cívico | Antônio More/Gazeta do Povo
Paralisação de fevereiro reuniu manifestantes em acampamento no Centro Cívico| Foto: Antônio More/Gazeta do Povo

Em assembleia realizada na manhã deste sábado (25) em Londrina, os professores da rede estadual de ensino decidiram retomar a greve, por discordarem da proposta do governo que reformula a previdência estadual. A decisão vale a partir de segunda-feira (27), e a expectativa é que 50 mil servidores venham do interior para Curitiba durante a semana. “Vamos enfrentar todo esse processo numa defesa legítima da nossa previdência”, afirmou Marlei Fernandes, uma das coordenadoras do Fórum das Entidades Sindicais do Paraná.

Por meio da assessoria, o governo informou já ter comunicado diretores de escolas e chefes de núcleo da Educação a anotarem as faltas dos professores para posterior desconto em folha. Disse também que já entrou na Justiça pedindo que a greve seja declarada abusiva e ilegal. O Executivo defendeu que o projeto da previdência está em discussão há mais de 50 dias e que todos os itens acordados com o funcionalismo estão sendo cumpridos.

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