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Polêmica: arquitetos contra a colocação de vidros verdes na fachada do palácio | Divulgação
Polêmica: arquitetos contra a colocação de vidros verdes na fachada do palácio| Foto: Divulgação

A empresa Geplan e Gerenciamento de Obras será a responsável pelos projetos complementares de engenharia e arquitetônico para a reforma do Palácio Iguaçu. A empresa cobrará R$ 477 mil pelo trabalho, que é pré-requisito para a abertura de licitação das obras. O governador Roberto Requião homologou ontem o resultado da concorrência realizada pela Secretaria Estadual de Obras, no fim do ano passado, para a contratação do serviço. Além da Geplan, outras quatro empresas participaram da concorrência.

Após a assinatura do contrato com o governo, a empresa terá 120 dias para apresentar todos os projetos, que deverão ser baseados no anteprojeto elaborado pela secretaria. Depois disso será realizada a licitação da reforma. "A previsão é que até agosto ou setembro de 2009 tenhamos prontos todos os projetos e os orçamentos da reforma e recuperação do Palácio Iguaçu para podermos licitar a obra", disse o secretário de Obras, Julio Araújo Filho. As informações são da Agência Estadual de Notícias.

Alvo de reclamações do governador Requião, o Palácio Iguaçu está fechado desde o primeiro semestre de 2007 a espera de reparos. O objetivo do governo é modernizar a estrutura funcional do prédio e retomar especificações do projeto original, que é do arquiteto modernista David Azambuja.

Denúncia

Em setembro do ano passado, um grupo de arquitetos e professores fez uma denúncia ao Ministério Público, em que apontava irregularidades no anteprojeto de reforma do palácio. Segundo o grupo, a obra iria descaracterizar o prédio, exemplo da arquitetura moderna no estado. Um dos pontos mais polêmicos da reforma é o que prevê a substituição dos vidros transparentes da fachada do prédio por outros de cor verde.

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