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Jader Barbalho
(PMDB-PA)

4 meses

Tempo entre as primeiras denúncias (3/2001) e o pedido de licença do cargo por 60 dias (7/2001) . Renunciou à presidência e ao mandato seis dias depois do fim do afastamento.

R$ 9,6 milhões

Jader era acusado de um conjunto de desvios, que envolviam corrupção no Banpará, emissão irregular de Títulos da Dívida Agrária, e a polêmica construção de um ranário (criadouro de rãs) de R$ 9,6 milhões (em valores da época) pela sua mulher , com dinheiro da extinta Sudam.

Severino Cavalcanti
(PP-PE)

14 dias

Período entre a publicação da matéria “A propina de Severino” pela revista Veja (7/9/2005) e a renúncia à presidência da Câmara e ao mandato (21/9/2005).

R$ 110 mil

Acusado de receber “mensalinho” em troca da prorrogação da concessão de um restaurante da Câmara.

Renan Calheiros
(PMDB-AL)

4 meses e meio

Tempo entre a divulgação de reportagem da revista Veja sobre o caso Monica Veloso (26/5) até o pedido de licença da presidência do Senado (11/10). Ele renunciou ao cargo apenas dois meses depois, mas não ao mandato.

R$ 1,9 milhão

Renan foi acusado de ter despesas com uma filha fora do casamento com a jornalista Monica Veloso pagas por um lobista de uma empreiteira. Para justificar o caso, tentou comprovar uma renda de R$ 1,9 milhão com uma suspeita venda de gado.

Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

Desde 20/8/15

Foi denunciado ao STF por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo suposto envolvimento no petrolão. A perspectiva é que permaneça no cargo até fevereiro de 2016, após quase seis meses de fogo cruzado.

R$ 20 milhões

É acusado de ter recebido US$ 5 milhões em propinas de contratos da Petrobras. Nas últimas semanas, é alvo de diversas acusações de que possui contas secretas na Suíça e que teria acumulado um patrimônio de mais de R$ 60 milhões.

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