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Suplente

"Qual é o político que não tem processo?", questiona advogado de Gim Argello

O advogado Paulo Goyaz, representante do suplente de senador Gim Argello (PTB-DF), afirmou nesta quinta-feira que não há nenhum impedimento jurídico contra o ex-deputado distrital. Ele duvidou também que Gim, que já confirmou que vai assumir o mandato de Joaquim Roriz (PMDB-DF), possa responder a um processo por quebra de decoro.

- O Gim não fez nenhum ato como senador. É comum ações na Justiça contra acupamentes de cargos públicos. Se fosse assim, quase ninguém poderia assumir um mandato. Afinal, qual é o político que não tem processo? - argumentou Goyaz.

Ele rebateu todas as denúncias apresentadas contra Gim até o momento. Sobre a investigação Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), de que o então deputado distrital Gim Argello causou um prejuízo de R$ 1,7 milhão por causa de um contrato de aluguel de equipamentos de inforática para a Câmara Distrital, ele argumenta que não houve irregularidade. Segundo o advogado, houve um acordo de pagamento de três meses de serviços em troca da aquisição dos equipamentos. Ele acrescenta que o Ministério Público não pediu a nulidade dos equipamentos.

Ele também nega que Gim tenha denunciado anonimamente Roriz de pagar propinas para dois juízes do Tribunal Regional Eleitoral. Também nega a participação de Gim numa negociação da compra de um terreno do empresário Wigberto Tartucce, que foi adquirido por R$ 15 milhões e vendido por R$ 47 milhões. Também diz que não há provas de que Gim teria recebido uma parte do valor de R$ 2,2 milhões recebido por Roriz, referente ao cheque que pertencia ao empresário Nenê Constantino, dono da Gol Linhas Aéreas.

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