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retirada da pauta

Renan diz que circunstâncias políticas definem pauta, ao falar sobre Lei de Abuso de Autoridade

Politicamente, houve acordo para que a Lei de Abuso de Autoridade não seja votada

    • Brasília
    • Agência O Globo
    • 08/12/2016 17:16
    Renan Calheiros (à esq.) e Romero Jucá (PMDB-RR) | Waldemir Barreto/Agência Senado
    Renan Calheiros (à esq.) e Romero Jucá (PMDB-RR)| Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

    O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quinta-feira (8) que a urgência de uma votação é decisão dos líderes partidários, ao falar sobre o requerimento de retirada de pauta do projeto da Lei do Abuso de Autoridade. O peemedebista disse que as “circunstâncias políticas” definirão as votações até dia 15. Politicamente, houve acordo para que a Lei de Abuso não seja votada em contrapartida à decisão do Supremo Tribunal Federal de mantê-lo na presidência do Senado.

    Autor da proposta, Renan sabe que a maioria do plenário não quer a votação da Lei do Abuso de Autoridade neste momento e já fez um acordo tácito neste sentido, mas não quer ele mesmo desistir da matéria para não parecer que recuou ou foi derrotado. A proposta simplesmente nem será pautada nas sessões do Senado. Mas Renan não vai assumir essa função.

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    Renan disse que a PEC do teto de gastos será votada dia 13 e promulgada dia 15. Ele descartou ainda convocação do Congresso em janeiro, afirmando não haver clima para isso.

    “A circunstância política é que vai dizer, na verdade, o que é que do ponto de vista da pauta vamos poder entregar à sociedade. Mas essa (Lei do Abuso) e qualquer outra matéria, para que não seja cumprida, é preciso que o plenário desfaça a urgência. Se houver um requerimento, o presidente do Senado, fará o que fez na ocasião da votação das medidas que vieram da Câmara. Ele consulta o plenário. Não há outra forma. Quem define a urgência não é o presidente do Senado, é o plenário”, disse Renan.

    Renan chegou a lembrar que o plenário rejeitou a ideia de votar às pressas o projeto anticorrupção que veio da Câmara. Na ocasião, Renan queria votar a proposta — que fora desfigurada na Câmara —, mas foi derrotado pelo plenário do Senado.

    “Vou me esforçar para que todos os itens sejam apreciados. Plenário é que decide a urgência. Estamos há cinco dias úteis do final dos trabalhos legislativos. Vamos votar a PEC do Gasto no dia 13 e, se for o caso, promulgá-la no dia 15”, disse Renan.

    PEC do teto de gastos públicos

    Renan disse que com a sessão desta quinta-feira para contar prazo a PEC do Teto avançou. “Andamos 95% do caminho da tramitação da PEC. E não é o momento de convocação. Vamos encerrar os trabalhos dia 15 e voltar em primeiro de fevereiro”, disse ele.

    Sobre o embate com Lindbergh e a oposição, Renan disse: “Não tive embate. Não vou ter embate com ninguém”.

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