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crise do funcionalismo

Richa: “Greve acabou quando mostramos os salários dos professores”

Em evento com prefeitos, governador voltou a criticar professores e a APP-Sindicato

  • PorChico Marés
  • 07/07/2015 16:09
No evento, Richa discursou sobre o ajuste fiscal e sobre a crise com o funcionalismo do estado | Brunno Covello/Gazeta do Povo
No evento, Richa discursou sobre o ajuste fiscal e sobre a crise com o funcionalismo do estado| Foto: Brunno Covello/Gazeta do Povo

O governador Beto Richa (PSDB) declarou, num evento com prefeitos, nesta terça-feira (7), que a greve dos professores acabou porque o governo do Paraná divulgou os salários deles. Em maio, durante a greve da categoria, o governo facilitou o acesso no Portal da Transparência para os salários da categoria. A lista continha graves omissões, ao não detalhar a natureza dos vencimentos, e chamou a atenção por divulgar de forma diferente os vencimentos de professores. A Justiça determinou a correção das falhas na segunda-feira (6).

No evento, Richa discursou sobre o ajuste fiscal e a crise com o funcionalismo do estado. Ao falar sobre o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Paraná (APP-Sindicato), o governador destacou que a greve teria acabado porque “perdeu força” com a divulgação dos salários.

“O fim da greve começou na hora que mostramos os salários dos professores. Muitas pessoas estavam solidárias achando que era um salário de fome. Na hora que viram que em 111 municípios o maior salário é do professor, a greve começou a perder força”, disse. “Mas não me arrependo do que fiz [dar aumentos aos professores] porque educação sempre foi minha prioridade.”

Divulgação

A divulgação dos salários recebeu um destaque bem maior do que o do restante do funcionalismo.

Por causa de irregularidades, uma decisão da 4.ª Vara da Fazenda Pública determinou um prazo de 90 dias para que o governo corrigisse as inconsistências da divulgação. A decisão foi tomada na segunda-feira (6) e o governo irá recorrer.

Hermes Leão, presidente da APP-Sindicato, considerou as declarações graves. “Estamos em um clima de intranquilidade neste pós-greve, muito em parte por causa do comportamento do governador”, disse. Ele considerou o formato da divulgação “distorcido e criminoso”, mas ressaltou não ser contra a divulgação de salários. “O governador entrou em uma linha vingativa e não mede mais palavras.”

Ideb

Richa também atribuiu à APP-Sindicato e aos professores a queda da nota do estado no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgada em 2014. “Em Curitiba, quando era prefeito, dei 70% de aumento aos professores. E, lá, atingimos o maior Ideb do Brasil. Aqui, não conseguimos, porque na pauta dos sindicatos nunca consta a qualidade do ensino. É só salário, gratificação e hora-atividade”, disse.

“A APP faz uma luta de décadas por uma escola pública de qualidade”, diz Leão, que cita como um dos exemplos a luta contra a evasão escolar no ensino médio. “O governador esteve conosco nas eleições, assim como os outros candidatos, e assinou uma carta compromisso com nossa pauta para desenvolver o ensino”, afirma.

Evento

Richa falou sobre a educação enquanto recepcionava prefeitos. Na ocasião, anunciou o programa Caminho das Pedras, que vai liberar R$ 13,3 milhões em investimentos em rodovias rurais em 56 municípios.

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