Em assembleia na noite da segunda-feira (27), os servidores do Poder Judiciário do Paraná aprovaram paralisação das atividades por três dias – até quinta-feira (30), com a possibilidade de ampliação da greve “de acordo com a conjuntura”, conforme informa comunicado do Sindijus-PR, sindicato da categoria. Os servidores exigem a retirada do Projeto de Lei 252/2015 que trata a respeito da reforma da previdência dos servidores públicos.

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Apesar da barreira policial e dos confrontos, professores permanecem em frente à Alep.

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Manifestante improvisou uma proteção contra bombas de efeito moral.

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Bombas foram lançadas no meio da manhã desta terça-feira.

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Manifestantes passaram mal depois da ação da PM.

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Mesmo com decisão judicial liberando a presença de manifestantes, eles não devem ser liberados para entrar no plenário hoje.

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Manifestantes se dispensam e evitam confronto com a PM.

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Policiais usaram gás de pimenta contra os professores.

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Os servidores vão endossar a vigília – já feita pelos professores – na Praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico. A concentração acontece em uma tenda do Sindicato em frente à Assembleia Legislativa.
“Para o Sindijus-PR, a mobilização em defesa da Paranaprevidência, não é apenas uma das bandeiras de luta dos servidores, e sim da população, no que diz respeito à aposentadoria dos trabalhadores, e essa luta tem se fortalecida cada vez mais. Prova disso, é a reação da sociedade em relação às atitudes do governo, que põe fim ao respeito pelos trabalhadores paranaenses”, explica nota do sindicato.
Além disso, a categoria fará outros pedidos específicos, como reposição salarial.



