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Suplicy é detido durante reintegração de posse em São Paulo

Ex-senador do PT foi levado à delegacia por desobediência e obstrução à Justiça

  • Agência O Globo
Eduardo Suplicy é candidato a vereador em São Paulo | Uriel Punk/Futura Press/Folhapress
Eduardo Suplicy é candidato a vereador em São Paulo Uriel Punk/Futura Press/Folhapress
 
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O ex-senador e candidato a vereador Eduardo Suplicy (PT) foi detido na manhã desta segunda-feira durante uma reintegração de posse na região da rodovia Raposo Tavares, na Zona Oeste de São Paulo, segundo sua assessoria de imprensa. Suplicy foi levado ao 75º DP, no Jardim Arpoador.

Suplicy foi liberado após assinar um termo circustanciado, no início da tarde. Ele disse que se deitou no chão para evitar a violência entre policiais e moradores durante a reintegração de posse.

“Quando vi de um lado um grupo de policiais avançando junto a uma escavadeira e de outro os moradores fiquei com receio que pudesse haver uma cena de violência incontrolável. Então, me deitei para prevenir e evitar isso”, disse.

O ex-senador comentou que não houve abusos por parte da polícia durante sua prisão. “Não acredito que houve abuso porque eu próprio disse a eles para me levarem se quiserem. Teve um momento que estavam me levando com certa força e eu chamei a atenção. Depois, me levaram com mais respeito”, completou.

Outras duas pessoas foram detidas. Segundo a polícia, elas trocaram tiros com a polícia durante a reintegração de posse. Elas não foram liberadas.

Reintegração de posse

Desde o início desta manhã, moradores realizam protesto contra reintegração de posse de um terreno que pertence à Prefeitura de São Paulo. Mais cedo, eles chegaram a entrar em confronto com policiais da Tropa de Choque até atearam fogo em um ônibus para impedir a aproximação da polícia e do oficial de Justiça. As chamas foram controladas rapidamente.

Por volta das 8h, quando a tropa chegou ao local, moradores jogaram pedras nos policias que revidaram com bombas de efeito moral e gás lacrimogênio. Ao todo, 350 famílias ocupavam a área.

Devido ao protesto, segundo a SPTrans, cinco linhas de ônibus foram afetadas e não circulam na região, que fica próxima à rodovia Raposo Tavares. Os moradores dali têm que andar até o km 17 da via para conseguir pegar um ônibus.

Em nota enviada ao “Bom dia São Paulo”, da TV Globo, a Prefeitura informou que as casas foram construídas em uma área de risco, já que estão em um barranco. De acordo com a administração municipal, os moradores foram cadastrados para recebimento do auxílio bolsa-aluguel.

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