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O PSDB reiterou na tarde desta quarta-feira que a proposta de isenção da CPMF para quem ganha menos de R$ 1.700, defendida por senadores da base aliada, não faz com que o partido mude de posição sobre a prorrogação do imposto até 2011. O presidente da legenda, senador Tasso Jereissati (CE), voltou a dizer que está aberto a negociação, mas cobrou propostas concretas. Ele defende uma redução da alíquota progressivamente até chegar a 0,08%.

- Essa proposta de R$ 1.700 é bombom engana menino - disse o tucano.

- Isso é conversa para boi dormir, é solução para quem não quer resolver - acrescentou o senador Sérgio Guerra (PSDB-CE).

O líder do PSB, Renato Casagrande (ES), da base aliada, disse que a proposta de isenção é muito boa, mas avalia que ela não será suficiente para acabar com as resistências.

- Pelo que senti do PSDB, tem que haver uma desoneração mais concreta em termos financeiros - disse Casagrande, referindo-se ao fato de que o impacto na arrecadação da CPMF é muito pequeno, em torno de R$ 600 milhões.

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