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Urnas eletrônicas
| Foto: André Rodrigues/Arquivo/Gazeta do Povo

Vocês lembram que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) saiu do Congresso Nacional com uma surpresa: o que era, em 2020 na eleição municipal, um fundo eleitoral de R$ 2 bilhões para os partidos usarem naquela eleição, converteu-se na proposta da LDO em R$ 5,7 bilhões. Justo, em plena época de a gente pagar conta da pandemia: a conta das vacinas, do dinheiro que foi para governadores e prefeitos e do auxílio emergencial necessário para milhões de brasileiros.

O presidente Bolsonaro sancionou a LDO com o veto a esse desperdício, esse exagero, esse desconhecimento dos nossos representantes das reais dificuldades do país. Pois, agora o presidente mandou para o Congresso Nacional o orçamento do ano que vem, prevendo o fundo eleitoral. Com o devido reajuste: agora é R$ 2,1 bilhões.

É muito dinheiro. Eu imagino que estejam gastando menos, porque hoje em dia campanhas eleitorais se fazem na rede social, basicamente. Está no Congresso agora, vamos ver o que eles dizem. Vamos ficar de olho! Porque esse dinheiro todo não veio de Marte, veio dos nossos impostos, que saem parte do nosso trabalho. Antes de sair do nosso bolso, tem que sair o suor do nosso corpo para pagar imposto, só pra gente lembrar.

Parada do patriotismo

Todo mundo fala da manifestação de domingo (5 de setembro). Não vai ter parada militar, mas vai ter a parada do patriotismo. Pessoal vai defender liberdade, democracia e Constituição. Agora é interessante que o governo da Bahia, as restrições para reuniões acima de 500 pessoas estavam valendo até 31 de agosto. Aí, o governo da Bahia prorrogou a validade até 10 de setembro. Muito importante para a pandemia, se fosse até 30 de setembro... Mas é até 10 de setembro. Claro que se prorrogasse até 8 de setembro daria na vista.

CPI mostra arrogância com motoboy

A CPI ontem foi mais uma demonstração de arrogância, de autoritarismo, de inquisição para cima de depoentes humildes, como aconteceu com aquele cabo da PM lá de Minas Gerais. Agora com um motoboy, o Ivanildo. Eu vi, pela aliança no dedo dele, que é pai de família. Ele faz entrega, como todos os milhões de motoboys desse país. Não ficam especulando para saber o que tem na carga ou não tem. Ele fazia saques e fazia pagamentos. Disse que nunca entregou dinheiro no Ministério da Saúde. Disse que, algumas vezes, entregou papéis no ministério.

Quiseram tirar o celular dele, ele não entregou. Tentaram tirar o celular dele, incrível! É uma coisa de revirar as entranhas da gente. Tomara que os motoboys desse país tenham acompanhado isso.

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