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Bolsonaro completa seis meses no governo
Jair Bolsonaro completa nesta segunda-feira, 1 de julho, seis meses no governo| Foto: Alan Santos / PR

A Argentina ainda está vibrando com a conquista, lá no Japão, do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. O que vai trazer grandes vantagens para os países da área: Argentina, Uruguai, Paraguai e o Brasil. Para a indústria, para o comércio internacional e para o campo.

Na Argentina está sendo festejado porque vai dar um bom fôlego à reeleição de Macri - o atual presidente argentino.

Seis meses

Aqui no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro completou seis meses de governo mostrando a que veio: as mudanças que a gente está sentindo no país.

Antes se comprava e vendia votos no Congresso, eram Ministérios em troca de votos, os ministros eram subordinados aos próprios partidos e não ao presidente da República, as estatais estavam abertas para encher os bolsos e os cofres de partidos. Agora isso mudou muito.

Por falar em estatal...

A Petrobras, a mais prejudicada pelo que foi descoberto na operação Lava Jato, anunciou que vai vender oito das treze refinarias. Inclusive aquela malfadada refinaria Abreu e Lima, de Pernambuco, que foi acertada entre Lula e Hugo Chávez.

O ex-presidente da Venezuela prometeu mundos e fundos e não aportou nenhum dólar para essa refinaria, que agora está à venda. A Petrobras vai manter as refinarias do Rio de Janeiro e as de São Paulo, mas pretende vender as demais.

Pesquisa política

A Arko Advice fez um levantamento dos votos a favor e contra o governo em junho, na Câmara dos Deputados. E chegou a seguinte conclusão: considerando os presentes em junho - nas 11 votações nominais e abertas - foram favoráveis ao governo 77%.

Se considerar o número total de deputados de 513 o percentual cai para 56%. Isso significa certa tranquilidade de que vai passar o número de votos necessários, de 308 deputados em 513, para aprovar em primeira - e decisiva - votação a reforma da Previdência.

Lista tríplice da PGR

O presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, fez uma declaração muito importante. Ele disse que essa lista tríplice que vai ser fornecida pelos procuradores da Associação de Procuradores - na verdade de um número muito pequeno de procuradores - ao presidente da República não tem nenhuma imposição de que venha a ser considerada pelo presidente.

Disse também que na verdade o presidente está livre para indicar quem ele quiser para substituir Raquel Dodge em setembro. O fato é que está cheio de gente que não está na lista e que tem mérito também para ocupar esse cargo.

Dilma merece essa indenização?

A ex-presidente Dilma estava pedindo indenização por tortura que aconteceu há 50 anos  para a tal Comissão de Anistia - que na verdade é comissão para distribuir dinheiro. Foi dada anistia às pessoas que mataram, que pegaram em armas. No entanto, estão querendo dinheiro ainda.

No caso da senhora Dilma ela participou da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares que me assaltou quando eu era funcionário do Banco do Brasil em Viamão, em março de 1970. Naquela época eu estudava jornalismo na PUC.

A Dilma não estava presente no assalto, mas fazia parte desse grupo que gritava “Viva Che Guevara” enquanto levava o dinheiro do Banco do Brasil. Pegaram em armas e ainda querem indenização. Fica muito esquisito.

No caso da ex-presidente eu ainda penso que a administração dela deixou 12 milhões de desempregados no país depois da mais importante recessão da história brasileira. Mas, enfim, ela foi escolhida pelos brasileiros e esses são também responsáveis por sua administração.

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