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Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado, ao lado do presidente da República Jair Bolsonaro.
Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado, ao lado do presidente da República Jair Bolsonaro.| Foto: Marcos Corrêa/PR

O Morgan Stanley, que é uma importante instituição financeira de investimento e que dá cadastro, nota e avalia países, fez uma declaração muito importante por meio do seu dirigente brasileiro.

Ele disse o seguinte: “nunca estivemos tão confiantes como agora. O Brasil está entrando em um ciclo de crescimento sustentável e prolongado como não víamos há muito tempo”. Eu também não ouvia há muito tempo uma manifestação tão entusiasmada. É bom a gente lembrar que o milagre econômico dos anos 1970 foi feito na base do entusiasmo e do otimismo.

Inflação em queda

O boletim Focus, do Banco Central, está prevendo uma inflação ainda mais baixa para esse ano. Anunciaram que o IPCA de 2020 pode ser de 3,25%. A meta está acima disso, é de 4% neste ano.

A previsão de crescimento do PIB é de 2,3%. Eu acho que ainda é discreta e provavelmente vai ser bem maior do que isso. Além disso, com a redução da dívida pública e da taxa Selic, houve uma economia por parte da União de R$ 69 bilhões no pagamento do serviço da dívida.

O serviço da dívida são os juros e demais despesas que o governo federal paga sobre os créditos tomados de quem aplica dinheiro. Isso significa que quem aplica dinheiro em papéis da dívida pública empresta dinheiro para o governo.

Vetos ao orçamento

O poder Executivo é quem tem a responsabilidade pela arrecadação pública. Mesmo assim o Legislativo, que já manda no orçamento, agora quer derrubar um veto do presidente Jair Bolsonaro que estava engessando, deixando tudo carimbado, e ninguém possa mexer nele. Ou seja, o orçamento fica como decidir o relator da proposta, Domingos Neto (PSD-CE), que é um deputado de 31 anos.

Fica a critério de Domingos Neto, se derrubarem o veto, a liberação de R$ 30 bilhões, sendo R$ 10 bilhões para a Câmara, R$ 5 bilhões para o Senado e R$ 15 bilhões para os ministérios. Por isso os ministros teriam que falar com ele.

Se o Congresso derrubar os vetos do presidente, os parlamentares estarão indo na contramão do otimismo e entusiasmo que está tocando a economia.

Governadores em Brasília

Os governadores vão estar em Brasília nesta terça-feira (11). Vão ter uma reunião no Banco do Brasil, que emprestou o local. Lá, discutirão o preço do combustível. Acabou que o presidente conseguiu agitar os governadores para que o assunto do ICMS seja discutido. Bolsonaro quer ver se ele consegue tornar o preço dos combustíveis mais baixos.

Além disso, eles vão discutir segurança pública que é um assunto que preocupa todos, embora tenha tido uma queda violentíssima de 22% nos homicídios. E vão discutir o fundo do financiamento da educação básica, que é atribuição dos governadores.

Desculpas aceitas

O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu desculpas por ter generalizado quando disse que todos os funcionários públicos são "parasitas". O que ele quis dizer é que alguns são parasitas. Como os que deixam o piano para que outros funcionários carreguem porque não trabalham e ficam pendurados na estabilidade que têm.

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