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Viaduto Dona Paulina durante a quarentena por causa do coronarírus
Viaduto Dona Paulina durante a quarentena por causa do coronarírus| Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Vocês notaram que nessa quarentena existem dois tipos de separações que agridem a justiça social? Tem quem está bem abonado e que tem reservas no banco. Está em casa, pega o celular e faz transferências bancárias, recebe tudo em casa sem preocupação.

Tem também quem precisa trabalhar para ter dinheiro para alimentar os filhos e estão na rua buscando renda de alguma forma. Ou está implorando sob chuva em filas da Caixa Econômica, como aconteceu no Maranhão.

Até mesmo atividades de produção de alimentos. Os maiores estão exportando carne para a China, com o dólar nas alturas. Já os menores estão jogando fora a própria mercadoria, porque as feiras não estão funcionando.

Por outro lado, eu vejo que o brasileiro que vai pagar o imposto, que vai sustentar a arrecadação das prefeituras, dos estados e da União. A União vai ter que compensar os estados e os municípios pela perda de arrecadação.

A União vai ter que tirar essa verba de algum lugar, ou seja, dos nosso impostos. Não existe outro lugar. A China não vai decidir indenizar os países que ficaram enfraquecidos na economia por conta do vírus.

Tem o pessoal que está com a folha de pagamento garantida e o outro pessoal que tem que correr atrás para pagar imposto e a comida dos seus filhos. Essa falta de justiça social aparece agora.

O uso da cloroquina

A Sociedade Brasileira de Cancerologia mandou um ofício para o ministro Luiz Henrique Mandetta. Nela, o órgão afirma que o uso da cloroquina é benéfica. Eles até mencionam qual seria a dose adequada.

O Correio da Manhã, no dia 27 de outubro de 1918, noticiava que 519 pessoas já tinham morrido de gripe espanhola no Rio de Janeiro. Eles entrevistaram o doutor Carlos Chagas, um dos heróis da medicina brasileira.

Chagas disse “a quina é um antiinfeccioso geral e aconselho o seu emprego. Uso em meus pacientes e na minha própria família. Não é específico para essa gripe, porque isso não existe, mas é um medicamento muito recomendável”.

O medicamento já tem toda uma história. Mas está cheio de gente que, por razões políticas e ideológicas, quer impedir que as pessoas sejam tratadas com a hidroxicloroquina e se curem.

É só dar uma olhada nos hospitais Einstein e Sírio Libanês para ver o índice de sobrevivência com o remédio. São 400 casos e uma morte. Já no hospital público não é bem assim porque demora.

Por exemplo, o caso do motorista de Uber que eu venho comentando. O sujeito foi mandado para casa, ele ficou até o último momento, o que ampliou a gravidade do caso. Depois de um tempo já não tem mais como reverter a situação.

As últimas informações que eu tenho do motorista é que ele ainda está em estado grave, mas está se recuperando, com o uso da cloroquina combinado com outros medicamentos.

Rasgaram a Constituição

As Câmaras Municipais, as Assembleias Legislativas e o Ministério Público  já deram uma lida no artigo 5°, cláusula pétrea, da Constituição que fala sobre a liberdade de locomoção, por exemplo?

Esses órgãos públicos já descobriram que os chefes do Executivo, tanto municipal, quanto estadual, rasgaram a Constituição? Eles cometeram, portanto, um sério crime de responsabilidade.

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